1 de setembro de 2016

SAMBANDO NA CARA DO MACHISMO

A Companhia do Miolo teve o imenso   prazer de receber no dia 16 de julho 2016 em sua sede O MOVIMENTO SOCIOCULTURAL AMIGAS DO SAMBA, coletivo que tem como proposta discutir o machismo, a violência contra a mulher e combatê-los através do Samba, desta forma busca incentivar o protagonismo da mulher nesse meio, exaltar seu papel na sociedade, além de homenagear e dar visibilidade às grandes cantoras e compositoras sambistas.
Esta ação é parte do projeto "Ocupações Teatrais- Esgotamento e Utopia" contemplado na 27ª edição de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo.


1 de março de 2016

OFICINA TEATRO DE OBJETOS

ATENÇÃO AMIGOS (AS) !!!

Nós da Cia do Miolo gostaríamos de convidar à quem interessar, para participar conosco da oficina de Teatro de Objetos, ministrada por Sandra Vargas do grupo Sobrevento, para o nosso processo de pesquisa Meninices na Cidade.
São 5 vagas disponíveis mediante carta de interesse a ser encaminhada para: ciadomiolo@gmail.com até 08/03.


A oficina será realizada de 14 a 18 de março das 14h as 19h no espaço Sobrevento : R. Tenente Azevedo, 104/201-A
01528-020 - São Paulo – SP. (pertinho da estação Bresser Mooca do metrô).


Esta ação é parte do projeto "Ocupações Teatrais- Esgotamento e Utopia" contemplado na 27ª edição de Fomento ao Teatro para a cidade de São Paulo.

 imagem: os meninos das árvores de Lolo, um artista street art argentino

11 de fevereiro de 2016

CIA DO MIOLO CONVIDA!!!! ESPETÁCULO SEM PALAVARAS com PENÉLOPE CIA DE TEATRO

A Cia do Miolo tem o imenso prazer de receber em sua sede o espetáculo SEM PALAVRAS com a Penélope Cia de Teatro.

Livremente adaptada de contos do moçambicano Mia Couto, SEM PALAVRAS trata de um contador de estórias que nos conta de sua filha, que sempre custa a adormecer, obrigando-o a contar sempre mais e mais estórias. Para fazê-la dormir, inventa-lhe a estória de uma menina que não "palavreia"; não fala por palavras, e sim com sons e sílabas desconexas, para desespero do seu pai e de sua família. Nesta estória dentro da estória, a menina um dia bebe a lágrima do pai e diz uma palavra: “mar”. Contrariando a a família, o pai leva-nos junto com a filha até o mar, e no caminho atravessamos uma "casa-mundo", povoada por imagens e aparições arquetípicas, em meio a outras estórias de diferentes meninas e contadores.


Quando?: Dia 28 de fevereiro às 18:00 horas.
Onde?: Rua Dr. Ismael Dias, 11 — Penha.
GRATUITO- Venham!!!!


INFORMAÇÕES E RESERVAS: ciadomiolo@gmail.com / 11-3871-0871

Estação ação é parte do projeto "OCUPAÇÕES TEATRAIS- ESGOTAMENTO E UTOPIA" contemplado na 27ª edição de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo.

17 de novembro de 2015

"Cinco mil pares de sapatos representando cinco mil mulheres assassinadas. Desde 1993. Mulheres pobres, cabelos compridos, mulheres à margem. Trabalhadoras, casadas, namoradas, meninas, estudantes, prostitutas, mulheres, enfim. Bastava ser mulher." 
(trecho do espetáculo "Casa de Tolerância)






foto: Alexandre Krug
"A cada hora e meia, uma mulher é assassinada por um homem no Brasil, apenas por ser mulher.
Estima-se que, entre 2001 e 2011, tenham ocorrido mais de 50 mil homicídios motivados por misoginia: isso torna o Brasil o sétimo país que mais mata mulheres no mundo."

 imagem do espetáculo "Casa de Tolerância"- foto: Alexandre Krug

16 de novembro de 2015



"Rompemos os muros! Rasgamos as paredes! Quantos corpos há aqui? "

 A montagem explora as questões das violências impingidas ao corpo da mulher e as intolerâncias e discriminações a tudo que seja ligado ao feminino. As atrizes da Cia. convidam o público para uma travessia pelos cômodos da casa, fazendo uma fricção entre realidade e representação. No percurso, em meio ao cotidiano doméstico, ações como cozinhar e lavar ganham outras dimensões narrativas, misturando-se à memória do lugar, uma antiga Casa de Tolerância. Tais memórias, disparam o argumento ficcional: as antigas moradoras teriam sido assassinadas e emparedadas na CASA, é urgente recuperar seus corpos e tantos outros violentados. Sala, quartos, cozinha, quintal evocam a lembrança dessas mulheres, para dar luz, à potência de vida e sonhos que em vão tentaram apagar.



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